terça-feira, 28 de setembro de 2010

O Cartel mentiu sobre Dirceu



No tópico do Ricardo Noblat, lobbista do O Globo
http://oglobo.globo.com/pais/noblat/posts/2010/09/27/o-que-jose-dirceu-disse-sobre-liberdade-de-imprensa-327938.asp

, ele posta o vídeo da palavra proferida por Dirceu. Mas, paradoxalmente, ele reverbera o discurso tão repetido de que Dirceu alegara "excesso de liberdade" para a imprensa, de forma desonesta, pois O VÍDEO POSTADO POR ELE MESMO MOSTRA QUE O JOSÉ DIRCEU DISSE ALGO COMPLETAMENTE DIFERENTE.

E o Cartel de Oligarcas donos de empresas de comunicação, e seus paus-mandados chefes-de-redação, e os papagaios de pirata dos comentaristas, matracaram lunaticamente MENTIRA!!!!!!!!!!
MENTIRA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

o que ele disse:

“não existe excesso de liberdade; pra quem já viveu na ditadura...na verdade é o abuso de poder; o monopólio, e a negação do direito de imagem.”


 Pode-se agora caluniar, difamar, distorcer, inventar, etc., sobre os cidadãos, IMPUNEMENTE!!!

E agora? A máfia vai se corrigir? Retratar? Nunca! Estão acima do bem e do mal, tudo podem, tudo fazem. REcorrem aos artifícios mais indignos. E um bando de papagaios de pirata matracam irrefletidade, acriticamente, que "José Dirceu pregou contra a liberdade de imprensa". Simplesmente sem vergonha na cara.

E qual a defesa do indivíduo ante a isso? Qual a defesa do cidadão comum, pessoa física, como nós, como eu, você, qualquer um que possa estar na mira do Cartel Oligarca?

Nenhuma! Nenhuma.

Completamente à mercê daqueles que engendram jargões para quererem estar acima de qualquer baliza, critério, árbitro, acima do bem e do mal. Simplesmente vulneráveis. Eles requerem o poder sobre nosso nome, nossa imagem privada e pública, nossa história, nossas falas, sobre nossa vida. E não admitem que alguém se incomode, chie.

Estamos à mercê. Eles podem tudo. Eles querem tudo. É o Processo. Nossos corações a mercê da punhalada como se fôssemos porcos. Nada mais kafkaniano.

Só. O cidadão, o indivíduo, só e vulnerável.




O céu é todo trevas: o vento uiva.
Do relâmpago a cabeleira ruiva
Vem açoitar o rosto meu.
A catedral ebúrnea do meu sonho
Afunda-se no caos do céu medonho
Como um astro que já morreu.


E o sino chora em lúgubres responsos:
"Pobre Alphonsus! Pobre Alphonsus!"

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