No tópico do Ricardo Noblat, lobbista do O Globo
http://oglobo.globo.com/pais/noblat/pos
, ele posta o vídeo da palavra proferida por Dirceu. Mas, paradoxalmente, ele reverbera o discurso tão repetido de que Dirceu alegara "excesso de liberdade" para a imprensa, de forma desonesta, pois O VÍDEO POSTADO POR ELE MESMO MOSTRA QUE O JOSÉ DIRCEU DISSE ALGO COMPLETAMENTE DIFERENTE.
E o Cartel de Oligarcas donos de empresas de comunicação, e seus paus-mandados chefes-de-redação, e os papagaios de pirata dos comentaristas, matracaram lunaticamente MENTIRA!!!!!!!!!!
MENTIRA!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
o que ele disse:
“não existe excesso de liberdade; pra quem já viveu na ditadura...na verdade é o abuso de poder; o monopólio, e a negação do direito de imagem.”
Pode-se agora caluniar, difamar, distorcer, inventar, etc., sobre os cidadãos, IMPUNEMENTE!!!
E agora? A máfia vai se corrigir? Retratar? Nunca! Estão acima do bem e do mal, tudo podem, tudo fazem. REcorrem aos artifícios mais indignos. E um bando de papagaios de pirata matracam irrefletidade, acriticamente, que "José Dirceu pregou contra a liberdade de imprensa". Simplesmente sem vergonha na cara.
E qual a defesa do indivíduo ante a isso? Qual a defesa do cidadão comum, pessoa física, como nós, como eu, você, qualquer um que possa estar na mira do Cartel Oligarca?
Nenhuma! Nenhuma.
Completamente à mercê daqueles que engendram jargões para quererem estar acima de qualquer baliza, critério, árbitro, acima do bem e do mal. Simplesmente vulneráveis. Eles requerem o poder sobre nosso nome, nossa imagem privada e pública, nossa história, nossas falas, sobre nossa vida. E não admitem que alguém se incomode, chie.
Estamos à mercê. Eles podem tudo. Eles querem tudo. É o Processo. Nossos corações a mercê da punhalada como se fôssemos porcos. Nada mais kafkaniano.
Só. O cidadão, o indivíduo, só e vulnerável.
O céu é todo trevas: o vento uiva.
Do relâmpago a cabeleira ruiva
Vem açoitar o rosto meu.
A catedral ebúrnea do meu sonho
Afunda-se no caos do céu medonho
Como um astro que já morreu.
E o sino chora em lúgubres responsos:
"Pobre Alphonsus! Pobre Alphonsus!"
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